Sobre a Rota
A Rota surgiu de uma constatação simples: muita coisa relevante acontece nos bairros de Curitiba e pouca gente registra com calma. Feiras que voltam depois de anos paradas, bibliotecas que abrem mais cedo porque moradores pediram, ciclovias que passam a fazer parte da rotina de quem nunca tinha pedalado — são histórias pequenas, mas que mudam o cotidiano de milhares de pessoas.
Não somos um portal de notícias generalista. Nosso foco é vizinhança: o comércio de esquina, os serviços públicos de proximidade, a mobilidade dentro do bairro e as iniciativas que nascem quando moradores se organizam. Acreditamos que informação de qualidade sobre o lugar onde se vive ajuda a tomar decisões melhores — seja escolher onde comprar, como ir ao trabalho ou onde levar as crianças num sábado de chuva.
Como trabalhamos
Somos uma equipe enxuta, sem redação física centralizada. Marina Costa mora no Batel e cobre comércio local, feiras e economia de bairro. Rafael Mendes, do Portão, acompanha mobilidade urbana, ciclovias e transporte coletivo. Ana Paula Ribeiro, residente do Boqueirão, escreve sobre cultura, educação e espaços comunitários.
Cada reportagem passa por pelo menos uma revisão interna antes de ir ao ar. Quando citamos dados oficiais, indicamos a fonte. Quando algo muda depois da publicação — horário de feira, endereço, nome de responsável — atualizamos o texto e deixamos registro da alteração no rodapé da matéria.
O que não fazemos
Não publicamos conteúdo patrocinado disfarçado de reportagem. Não vendemos posição em matérias. Não reproduzimos releases sem verificação. E não tratamos bairros como cenário exótico: moramos aqui, consumimos aqui, circulamos aqui.
Financiamento
A Rota é financiada por doações pontuais de leitores e por projetos editoriais encomendados por organizações locais — sempre identificados como tal. Não exibimos banners de rastreamento nem vendemos dados de audiência.
Participe
Se você tem uma pauta, uma correção ou quer colaborar pontualmente, escreva para [email protected]. Lemos todas as mensagens, mesmo quando a resposta demora alguns dias.
A cidade se constrói de baixo para cima. A Rota existe para documentar esse processo — com honestidade, sem pressa e com respeito por quem faz a vizinhança funcionar no dia a dia.